Relações e ralações externas mais fofoca q.b., ou em versão inglesa: "Something is rotten in the kingdom of Denmark" e em versão francesa: "Du tout et de tout - Récits de Belzébuth à son petit-fils"
terça-feira, março 23, 2010
sexta-feira, março 12, 2010
quinta-feira, março 11, 2010
1. Luanda
2. Tóquio
3. Nagoya
4. Yokohama
5. Kobe
6. Copenhaga
7. Oslo
8. Genebra
9. Zurique
10. Basileia
Neste grupo, como se pode ver não figura Madrid, nem sequer no das 50 cidades mais caras. Todavia, Barcelona lá está, exactamente, na posição 50.
Se a revisão não é possível em alta, por razões óbvias, ao menos que se equilibre esta coisada. Olhem consultem as principais organizações internacionais e os índices dos custos de vida comparados. Os dados até são públicos.
O "terrorista" era John Patrick Bedell, originário da Califórnia, que atravessou de automóvel os EUA de costa-a-costa para atacar em isolado o edifício do Pentágono, em Washington. e de acordo com os pormenores disponíveis (ou seja, uma viagem de automóvel de grande extensão - quase 4.000 Km - ao longo de vários dias, o facto do homem vir vestido com um fato escuro de homem de negócios), dão a entender que o o ataque foi premeditado e planeado com muita antecedência. Aparentemente, Bedell sofria de perturbações mentais e tinha sido condenado previamente por pequenas ofensas de carácter criminal, tais como a plantação de marijuana e resistência às autoridades policiais. Mais importante, porém, foram uma série de gravações e escritos que enviou para a Internet em Novembro de 2006, em que o referenciado criticava o governo federal e afirmava que os os ataques do 11 de Setembro faziam parte de uma conspiração de inspiração governamental.
Se estamos perante o que se julga ser um ataque isolado de um desequilibrado mental, não são de excluir outras hipóteses, designadamente o tratar-se de um teste à segurança às instalações do Pentágono e da Defesa dos Estados Unidos. A premeditação e o planeamento cuidado da operação dão a entender que as coisas não aconteceram por mero acaso. O estranho é que as mensagens via Web não suscitaram a natural curiosidade dos serviços secretos e de segurança.
Faltam certamente muiros aspectos por esclarecer que não se circunscrevem à simples paranóia. A ver vamos.
Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que ás vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência.
Um bom conselho...
Nunca te justifiques... os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.
quarta-feira, março 10, 2010
Duas linhasUma bofetada de luva branca Data: 26-02-2010 Faço parte daquele enorme grupo de madeirenses que nunca esqueceu a arrogância do presidente do Governo Regional da Madeira quando, em 1999, disse: "Nem um tostão para Timor!" Fiquei ainda mais magoado quando, um ano depois, tive a oportunidade de visitar Timor- Leste integrado na comitiva que acompanhou o Presidente da República Jorge Sampaio em visita oficial. Vi casas destruídas, vi gente humilde, sem nada. Gente que ainda falava algum português, que pedia ajuda e que precisava mesmo dessa ajuda. E lembrava-me, nessa Díli ainda destroçada, do presidente do governo da minha ilha: "Nem um tostão para Timor!".
Agora que Timor começa a erguer-se mas revela ainda muitas fragilidades, é a nossa Madeira, a 'Singapura do Atlântico', a merecer a ajuda de fora. Ao contrário de mim, Ramos- Horta e Xanana Gusmão já esqueceram o que disse Jardim. E agora, em vez de nem um tostão para a Madeira, vejo com emoção um país bem mais pobre que a nossa rica Região a dizer: "100 mil contos para a Madeira!". Timor, um dos países mais pobres do mundo, desvia dos seus cidadãos 556 mil euros (ou 750 mil dólares) para ajudar a manter o bom nível de vida de uma Região que se apresenta com indicadores que a deixam como uma das mais ricas da União Europeia. E Timor não se limita a um tostão: oferece mais de dois euros a cada madeirense.
Sei que este não é o momento para tricas políticas. Que a hora é de trabalhar pela reconstrução, chorar os mortos e proteger os vivos. E, sinceramente, acho que estamos a fazer bem o que é possível fazer nesta altura. O Governo, as Câmaras, as Juntas, os Voluntários. Mas é difícil ficar insensível perante os contributos vindos de fora. Além dos efeitos práticos na reconstrução, a solidariedade de anónimos e as visitas dos 'cubanos' Sócrates e Cavaco e ainda o dinheiro do patrão do 'Pingo Doce' obrigam-nos não apenas a ter mais cuidado com o planeamento urbanístico como também a ter mais tento na língua. Nas desgraças é assim: hoje eles, amanhã nós- |
terça-feira, março 09, 2010
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Sem prejuízo do que aqui referimos, há por lá coisas interessantes, mas hoje, por via das restrições orçamentais e da má fama dos "meninós" das Necessidades, mais do que nunca considerados "descartáveis", essas lamúrias não vão a parte alguma. Já agora, vejamos: redução dos efectivos da carreira diplomática (parece que há menos 20% que há uns anos atrás), revisão dos abonos de representação (isto é da massa que se ganha lá fora e de que Madrid constitui um exemplo escandaloso), também querem seguros de saúde (e porque não seguros de vida, de automóvel contra todos os riscos e de acidentes de caça) e a eterna revisão em profundidade do estatuto da carreira
Vale a pena ler o artigo na íntegra, sobretudo para quem se interessa por esta temática de primeira linha para a Europa.
Deve-se sublinhar que a utilização conjunta de "Israel" e "nuclear" constituem um coquetel exploisvo ou, mesmo, um relâmpago fulminante em terras do Médio Oriente. Não obstante, o Ministro israelita das Infra-estruturas, Uzi landau, tentou diluir tensões, sugerindo que Israel espera desenvolver energia nuclear em cooperação com cientistas e engenheiros dos "nossos vizinhos árabes", isto segundo um "take" da Associated Press.
Israel pode estar em condições de beneficiar das vantagens do nuclear (pacífico), mas estará o país preparado para um escrutínio suplementar do seu programa nuclear em geral, em que, como se sabe, corre com insistência o rumor de que já foram desenvolvidas (e testadas) armas nucleares?
A proposta é descabelada e arrisca-sea constituir mais um foco de tensão. Notícia a ser seguida.
Depois dizem que não sobem os impostos ("com uma única excepção", atalhou Socas, referindo-se ao agravamento fiscal para os que ganham mais de 150.000 Euros/ano), todavia, se, em rigor, não se sobem os impostos, reduzem-se as deduções fiscais na saúde, educação e PPRs, o que vem a dar ao mesmo. É isto: o "carro da tia Júlia" e o "automóvel da tia Júlia" e para os mais novinhos "o pópó da titi Julinha". Não estão a ver as diferenças?
Depois, há que convencer os outros e em especial as agências de "rating". Será que vamos passar no exame? Estou com umas dores de barriga que nem imaginam. É triste que os países tenham de ser classificados como na escola primária. Mas nós não somos gregos que são só os piores da classe! Como dizia o meu velho professor do liceu, quando classificava alguns alunos: "medíocre banal com tendência para menos." Aplica-se-nos.
Porque é que não exigimos responsabilidades a todos quantos nos governaram e nos mentiram? Primeiro ao que fugiu do pântano, abandonando o país com emprego em Genebra; segundo ao que arranjou emprego em Bruxelas, abandonando o país; terceiro ao que foi despedido como uma criada de servir e não abandonou o país, porque ninguém o queria em parte alguma e, por último ao que ficou, que continua a aldrabar "incessantemente e sem cessar"e que não foge porque não pode.
Como é possível dar crédito a esta gente?
A propósito, há ainda mais facturas para pagar?
segunda-feira, março 08, 2010
1. Iraque - 7.454,88 (2003)
2. Irlanda - 6.251,87 (2006)
3. Liberia - 439,81 (2005)
4. Guiné-Bissau - 4.369,81 (2000)
5. Reino Unido - 3.350,89 (2006)
Portugal figura na 20ª posição com 1.413,5.
Não estamos bem, mas quem tanto fala contra nós está bem pior. E é lá que estão as agências de "rating".
Ora, batatas!
México - subsídios aos pequenos agricultores mexicanos vão para às mãos dos barões da droga e de burocratas governamentais - Segundo o "Los Angeles Times" os subsídios estipulados no decurso das negociações do NAFTA (Tratado de Comércio Livre da América do Norte) para auxiliar os pequenos e médios agricultorers mexicanos, a fim de poderem competir com os seus vizinhos mais a Norte, designadamente nos EUA, estão a ser desviados para os cartéis da droga ou para altos responsáveis governamentais.
Este esquema de corrpupção está a levar muitos agricultores à falência e, concomitantemente, encoraja a plantação de culturas ilegais (cannabis, cocaína, etc.). Dos 1,3 mil milhões de dólares dados a 2,7 milhões de mexicanos, cerca de 80% desse dinheiro foi parar aos bolsos de apenas 20% dos agricultores. É importante salientar que o México passou, em pouco tempo, de exportador para importador de produtos alimentares.
sábado, março 06, 2010
Os “belos” exemplos que nos chegam da Grécia, para quem devia estar caladinho e ter juízo, como se sabe, estão a ser seguidos em Portugal. Proclamamos aos 4 ventos de que Portugal não é a Grécia, mas para lá caminhamos e já não é a trote é a galope. A irresponsabilidade da greve da nossa função pública na passada quinta-feira, em tudo semelhante à grega, faz-nos temer o pior, porque quando o PEC for anunciado – se é que estes governantes de merda têm coragem para tomar as medidas que se impõem – vai ser o bom e o bonito.
sexta-feira, março 05, 2010
A subida ao poder em 2002 do AKP o partido Islamista da Justiça e do Desenvolvimento e o movimento ultra-conservador Fethullah Gulen detém já um ascendente considerável sobre as forças policiais e os meios de comunicação social. Emulando o PM russo, Vladimir Putin, o AKP utilizou selectivamente a legislação em vigor para silenciar eficazmente os dois maiores grupos mediáticos do país.
Dogan, que controla cerca de metade dos media do país, confronta-se com o pagamento de quase 2,8 mil milhões de euros em impostos atrasados. O magnata dos media liberais Mehmet Emin Karamehmet foi condenado a 12 anos de cadeia acusado de operações bancárias ilegais de que havia sido previamente ilibado. Os editores são agora forçados a pensar duas vezes antes de publicarem crónicas, editoriais ou notícias demasiado críticas para o executivo.
Até uma data recente, os juízes e os militares foram capazes de manter os excessos governamentais sob controlo. Este aparente equilíbrio entre islamistas e secularistas desmoronou-se há algumas semanas quando os jornais gulenistas publicaram um memorando com cerca de 5.000, alegadamente redigido por militares que planeavam um golpe de estado.
A maior parte dos analistas afirmam que se os militares quisessem realmente derrubar o Governo não faria qualquer sentido descreverem pormenorizadamente o que planeavam fazer num documento com 5.000 páginas. A ideia de que os militares visavam bombardear as mesquitas históricas de Istambul e disparar contra os seus próprios aviões para precipitar o golpe – tal como está descrito no memorando – é, no mínimo, totalmente fantasiosa e na aparência fabricada. Os oficiais das F.A.s negam peremptoriamente disporem de quaisquer planos para derrubar o governo, afirmando que o documento foi, na quase totalidade, extraído de um exercício militar de 2003. Alegam que os elementos incriminatórios detalhando o suposto golpe de estado foram acrescentados ao texto inicial.
Nos últimos dois anos, os militares turcos, têm sido alvo de escutas ilegais e de acusações de que estão permanentemente a conspirar contra o governo. A questão consiste em saber se os militares vão tolerar este estado e coisas ou tencionam ripostar, como fizeram no passado, quando pensaram que a natureza laica do estado turco estava a ser ameaçada.
quarta-feira, março 03, 2010
A EURÁBIA NÃO É POSSÍVEL (3/3) - Será que os terroristas vislumbram algum sentido no Corão para os terríveis atentados que cometem? A resposta afirmativa não necessita de muitas “nuances”. O Islão não é uma religião na acepção própria do termo, ou, se se quiser, é, quiçá, uma religião do ódio, que no seu texto canónico faz a apologia contínua do crime e do genocídio. A liberdade religiosa não contempla as prédicas e homílias das mesquitas. Acresce que a integração dos muçulmanos na Europa redundou num completo fracasso em toda a Europa. Será por culpa da xenofobia dos europeus, como continuamente dizem os políticos e os intelectualóides de serviço? É difícil conceber uma mentalidade mais xenófoba e racista que a islâmica. Chegou a hora de defender a civilização ocidental, a única, baseada na liberdade e na dignidade pessoal de homens e mulheres, e levá-lo a cabo orientando-nos pela verdade, com argumentos racionais e com informação abundante e fidedigna.
Foi para cumprir esse objectivo que Enrique de Diego publicou o seu livro “Islam, Visión crítica.”
A EURÁBIA NÃO É POSSÍVEL (2/3) - O autor salienta que o elevado índice demográfico das comunidades muçulmanas na Europa – com frequência organizadas em bairros islamizados -, as contínuas ameaças integristas à liberdade de expressão e os brutais atentados terroristas indiscriminados aterrorizam as sociedades europeias e situam o islamismo como um problema grave. A cegueira a que foram sujeitas as populações pelas respectivas elites políticas e pela ditadura da estupidez politicamente correcta tornou-se num verdadeiro cavalo de Tróia na pretensão assumida de se converter a Europa em Eurábia. Os cidadãos europeus já não estão dispostos a seguir as ordens e advertências nem a deixar-se acorrentar por desqualificações. Vêem o perigo e querem saber.